Um olhar dentro das ocupações de escolas em Porto Alegre

  • Por: | Foto: Ana Carolina Lisboa (7º sem.), Juliana Baratojo (5º sem.), Annie Castro (4º sem.), Fernanda Lima e Sara Santiago (3º sem.) | 20/05/2016 | 0
Foto: Juliana Baratojo. Cerca de 30 alunos ocupam o Colégio Protásio Alves em Porto Alegre e defendem o ensino público de qualidade.
Foto: Juliana Baratojo. Cerca de 30 alunos ocupam o Colégio Protásio Alves em Porto Alegre e defendem o ensino público de qualidade.

O Editorial J acompanha as escolas públicas de Porto Alegre que, desde o dia 11 de maio, passaram a ser ocupadas por estudantes secundaristas. Eles reivindicam tanto melhorias específicas em cada instituição quanto atitudes gerais do governo para a educação. Atualmente, mais de cem escolas estão ocupadas no Rio Grande do Sul, número que cresce a cada dia. O J conseguiu enxergar o que há por trás dos muros, as atividades que se estendem durante as noites e o envolvimento de alunos, pais e funcionários.

Foto: Fernanda Lima. Cerca de 30 alunos ocupam o Colégio Protásio Alves em Porto Alegre e defendem o ensino público de qualidade.
Foto: Fernanda Lima. Cerca de 30 alunos ocupam o Colégio Protásio Alves em Porto Alegre e defendem o ensino público de qualidade.
Foto: Fernanda Lima. O Colégio Estadual Júlio de Castilhos está ocupado por estudantes que se organizam em comissões e realizam atividades na escola.
Foto: Fernanda Lima. O Colégio Estadual Júlio de Castilhos está ocupado por estudantes que se organizam em comissões e realizam atividades na escola.
Foto: Annie Castro
Foto: Annie Castro. O Colégio Ernesto Dornelles está ocupado desde segunda-feira dia 16 de maio.
Foto: Annie Castro. No primeiro dia ocupado os estudantes do Infante Don Henrique do turno da tarde ainda tem aula.
Foto: Annie Castro. No primeiro dia ocupado os estudantes do Infante Don Henrique do turno da tarde ainda tem aula.
Foto: Annie Castro. Para se organizar, estudantes do Colégio Infante Don Henrique fazem de uma sala de aula seu QG para reuniões.
Foto: Annie Castro. Para se organizar, estudantes do Colégio Infante Don Henrique fazem de uma sala de aula seu QG para reuniões.
Foto: Ana Carolina Lisboa. Ocupada no dia 16 de maio, os estudantes da Escola Técnica Estadual Senador Ernesto Dornelles reivindicam por mais qualidade no ensino público, mais segurança, contra o parcelamento do salário dos professores, contra a PL44/2016 e o Projeto de Lei "Escola sem Partido".
Foto: Ana Carolina Lisboa. Ocupada no dia 16 de maio, os estudantes da Escola Técnica Estadual Senador Ernesto Dornelles reivindicam por mais qualidade no ensino público, mais segurança, contra o parcelamento do salário dos professores, contra a PL44/2016 e o Projeto de Lei “Escola sem Partido”.
Foto: Ana Carolina Lisboa. Ocupada no dia 16 de maio, os estudantes da Escola Técnica Estadual Senador Ernesto Dornelles reivindicam por mais qualidade no ensino público, mais segurança, contra o parcelamento do salário dos professores, contra a PL44/2016 e o Projeto de Lei "Escola sem Partido".
Foto: Ana Carolina Lisboa. Ocupada no dia 16 de maio, os estudantes da Escola Técnica Estadual Senador Ernesto Dornelles reivindicam por mais qualidade no ensino público, mais segurança, contra o parcelamento do salário dos professores, contra a PL44/2016 e o Projeto de Lei “Escola sem Partido”.
Foto: Sara Santiago. Os alunos do Colégio Estadual Paula Soares improvisam camas nos corredores e salas da escola.
Foto: Sara Santiago. Os alunos do Colégio Estadual Paula Soares improvisam camas nos corredores e salas da escola.
Foto: Sara Santiago. O Colégio Estadual Paula Soares é uma das várias escolas ocupadas em Porto Alegre na ultimas semanas pelos alunos.
Foto: Sara Santiago. O Colégio Estadual Paula Soares é uma das várias escolas ocupadas em Porto Alegre na ultimas semanas pelos alunos.

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