Vagas de emprego no Sine

“O mercado está muito difícil” é a queixa da maioria dos desempregados que busca emprego

  • Por: Rhafael Munhoz (2º sem.) | Foto: Fernanda Lima (3º sem.) | 14/06/2016 | 0

_MG_0035

O Sistema Nacional de Empregos (Sine), da região central de Porto Alegre, abriu, na segunda (13), novas vagas de emprego, oportunidades que duram até 17 de junho. As funções com mais oferta são as de gerente comercial e auxiliar de limpeza, com dez vagas, e de auxiliar de cozinha, com seis.

Conforme Ângela Oetinger, da Secretaria Municipal do Trabalho, o processo de seleção para as vagas funciona da seguinte forma: “O candidato manda o currículo, vai ao  no Sine para se cadastrar no sistema. Deve levar a carteira de trabalho e outros dados”. Com as informações da carteira de trabalho é montado um currículo no sistema. “Então, com a comprovação de que ele trabalhou em tal empresa e o cargo que ocupou – se o candidato teve algum outro cargo não comprovado, não tem problema, o sistema aceita – isso é associado ao perfil que ele busca. Se essas informações casam com as informações que o empregador coloca no sistema, a vaga abre para o candidato”, explicou.

O mercado de trabalho se mostra cada vez mais competitivo. Eduardo Nogueira, desempregado a cerca de 20 dias, ressaltou a grande concorrência em sua área, da construção civil. “As vagas tem ido e vindo, está difícil o mercado. Estou há menos de 20 dias procurando emprego”. Seguindo nessa linha, outra trabalhadora que busca emprego Silvia dos Santos se queixa das poucas oportunidades. Nem ela, nem as duas filhas têm êxito na procura. “Olha, apesar de eu estar com 52 anos, eu acho que o mercado está difícil não só pra mim. Minhas filhas de 18 e 25 anos também não conseguem. A gente não consegue serviço, nem curso. Só ouço que não tem vaga, que não tenho experiência”.

_MG_0020Ângela Oetinger, da Secretaria Municipal do Trabalho, ressalta a importância da qualificação dos candidatos às vagas: “Hoje, o mercado de trabalho está bem competitivo. Há muitas pessoas qualificadas para poucas vagas. Hoje, o que atrapalha o trabalhador é a falta de qualificação e, mais, a falta de busca por qualificação, porque existem oportunidades”, alega.