Segurança e problemas das minorias ganham destaque nos planos eleitorais de 2016

Na corrida municipal, seis partidos recorrem a novas e velhas propostas para chegar à prefeitura

  • Por: Gabriel Bandeira (2º sem.) e Igor Dreher (2º sem.) | 27/09/2016 | 0
Foto: Eugenio Hansen, OFS
Foto: Eugenio Hansen, OFS

Passados quatro anos da última eleição municipal, o problema da segurança pública ocupa lugar de destaque nos planos de governo de seis candidatos à prefeitura de Porto Alegre. Em busca de novos eleitores nos mais diversos segmentos, as causas das minorias também são enfatizadas no elenco de propostas dos partidos.

No ano de 2012, José Fortunati, na época candidato do PDT, em aliança com o PMDB, somou mais de 500 mil votos para se reeleger prefeito de Porto Alegre. Na eleição deste ano, nove candidatos almejam assumir o cargo principal do Paço Municipal.  PT, PSDB, PSOL, PSTU e PSL, que estavam na disputa na época, voltam a concorrer, cada qual com suas ideias para aprimorar os serviços e o bem estar da Capital. A dupla PDT/PMDB, vitoriosa nas eleições anteriores, inverteu a sua chapa e aposta novamente em uma dobradinha com Sebastião Melo (PMDB) e Juliana Brizola (PDT). Editorial J comparou os planos de governo de 2012 e 2016 dos seis partidos a fim de ajudar o eleitor a escolher seu candidato em 2 de outubro. A partir das informações registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são comparadas as principais  propostas de 2012 e 2016:

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