Repórter relata experiências em zonas de conflito

Especialista em coberturas jornalísticas em zonas de conflito e catástrofe, o repórter especial do jornal Zero Hora Humberto Trezzi já foi enviado para vários locais em momentos de tensão. Ele esteve na Líbia durante as revoltas populares contra o governo de Muamar Kadafi, na Colômbia nos embates com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), no Chile quando do terremoto que ruiu o País e matou centenas de pessoas em 2010 e Rio de Janeiro em mais de 20 ocasiões para acompanhar a guerra contra o tráfico nos morros da cidade.

Em entrevista ao Editorial J, Trezzi fala sobre o trabalho do jornalista em zonas de conflito, com foco especial na cobertura dos confrontos no norte da África, relatando casos marcantes, como o bombadeio do qual foi vítima durante um combate entre rebeldes e as tropas de Kadafi.

Na primeira parte da conversa, Trezzi fala sobre as características de um repórter para atuar em áreas de risco e evitar choques emocionais. Ele também conta como foi o bombardeio em que poderia ter morrido na Líbia.

E para encerrar, Trezzi como o jornalista deve se preparar para trabalhar em zonas de conflito. E as coberturas nos morros tomados pela polícia no Rio de Janeiro e nas comunidades pacificadas.

Texto: Bruno Moraes

 

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